Ana Maria Braga explica como planejar a Aposentadoria do INSS e a importância do Advogado Previdenciário

Em matéria apresentada hoje (18/11/14) no Programa Mais Você, a apresentadora Ana Maria Braga falou sobre como procedem os pedidos de Aposentadoria no INSS, respondendo às perguntas mais recorrentes entre o público.

 

 Ana Maria Braga explica como planejar a Aposentadoria do INSS e a importância do Advogado Previdenciário

 

Caso do Jorge que pediu aposentadoria sem advogado

A matéria mostrou o caso do aposentado Jorge, o qual seguindo a orientação do INSS de que não é necessário advogado, foi à Agência da Previdência Social a alguns anos atrás acreditando já ter 35 anos de contribuição, mas teve seu pedido indeferido (negado) porque o INSS afirmou que faltava mais um ano e meio para ele se aposentar. Voltou a pagar como autônomo e, após completar o tempo informado pelo INSS, Jorge foi pela segunda vez à Agência da Previdência Social e foi informado que  o cálculo anterior estava errado e que ainda faltavam mais 6 meses para ele se aposentar.

Na terceira vez, após pagar esses 6 meses, Jorge teve negado o benefício afirmando que faltava mais tempo do que na primeira ida ao INSS. Só então, após mais de 2 anos, Jorge resolveu procurar um advogado.

Após resolver a causa, a decisão que o advogado de Jorge conseguiu foi de comprovar que desde a primeira ida à Agência da Previdência Social ele já havia completado o tempo de contribuição necessário.

A matéria deixa claro que apesar do INSS afirmar que não é necessário advogado, contador ou despachante previdenciário, é muito importante que, caso o INSS negue o pedido, ele leve o indeferimento desde a primeira tentativa a algum profissional da área.

Na matéria foi relatado ainda que em 2013, foram concedidos mais de 1,4 milhões de benefícios pelo INSS, mas que foram indeferidos quase 800 mil requerimentos, ou seja, cerca de 35% dos pedidos são negados. E como os erros cometidos pelos servidores são frequentes, é preciso ter acompanhamento de um profissional.

 

Sempre Guardar a Carteira de Trabalho e comprovantes de contribuição

Na matéria do Programa Mais Você foi entrevistado um advogado da área previdenciária que foi claro em informar que é necessário guardar tudo, desde a primeira carteira de trabalho, assim como qualquer comprovante de recolhimento de INSS. Por exemplo, notas de prestação de serviço, recibos de pagamento, além de quaisquer documentos que comprovem exercício da atividade profissional.

Nós já entendemos que é necessário guardar inclusive depois de se aposentar, pois o INSS tem poder para revisar sua aposentadoria e exigir a apresentação dessa documentação mesmo depois da concessão do benefício, a qualquer momento. Caso não tenha a documentação, é possível cassar o benefício.

Mas se chegou à época de se aposentar e você não tem mais a documentação, é possível buscar outras provas para comprovar cada emprego, ou tempo de contribuição rural em nome dos pais, mas a orientação é que procure um advogado especializado para realizar esta prova.

 

Previdência Social como primeiro investimento de qualquer profissional

A matéria ainda trouxe o famoso consultor financeiro Gustavo Cerbasi, que já vendeu mais de 2 milhões de livros sobre orientação financeira para pessoas comuns, como “Casais Inteligentes Enriquecem Juntos”, e outros títulos.

Gustavo Cerbasi foi claro e categórico: o principal investimento a ser feito pelo trabalhador, inclusive da classe média e empresarial, assim como profissionais liberais e autônomos, é a Previdência Social, pois não é apenas a segurança da Aposentadoria na terceira idade que ela proporciona, mas também Auxílio Doença e Aposentadoria por Invalidez em caso de doenças ou acidentes. Além de  Salário Maternidade e Pensão por Morte. Tudo isso por um valor menor do que o que é pago a uma Previdência Privada.

Não é a toa que falamos no nosso blog que a classe média já tem visto o INSS como um bom investimento financeiro.

 

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